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INCÊNDIOS URBANOS

Diário de Notícias

 

Os incêndios urbanos matam mais pessoas por ano que o fogos florestais. Apesar de o número de ocorrências na floresta ser muito superior e ter maior visibilidade, as chamas nos centros urbanos têm-se mostrado mais perigosas. Edifícios velhos e pouco preparados para o fogo, legislação confusa e dispersa são algumas das explicações para estes dados. "E uma enorme falta de cultura de segurança por parte dos cidadãos", acrescenta ao DN o vice-presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, Artur Gomes.

 

"Todos os dias há incêndios em habitações, indústrias e transportes. Mas o fenómeno é pouco visível", diz o responsável do SNBPC, sustentando a afirmação com as estatísticas deste ano. Até terça-feira, houve 6319 incêndios urbanos, mais 2237 em transportes e 1094 em indústrias. Números muito aquém das 33 mil ocorrências registadas nas áreas florestais.

 

O incêndio do Chiado, que, em 1988, matou duas pessoas e arrasou parte da zona histórica de Lisboa, lançou o tema da segurança nos edifícios e serviu de alerta. Há dias, a morte de seis pessoas numa barraca dum bairro pobre do Estoril veio confirmar a enorme vulnerabilidade em que se encontram os que vivem em locais degradados. Mas, à excepção destes casos, não há memória de grandes tragédias motivadas pelas chamas.
É dentro das habitações que se esconde o maior risco e onde começa a maioria dos incêndios. Equipamentos de gás e electricidade que não são limpos e mantidos em segurança, chaminés e lareiras obstruídas e cuidados insuficientes na utilização de velas, cigarros ou aquecedores são as principais causas dos focos de incêndio dentro das casas. "E que podiam ser evitados em grande escala se as pessoas tomassem medidas de autoprotecção", adianta Artur Gomes, referindo que muitas destas medidas se resumem a procedimentos simples.


"As pessoas ainda não perceberam que despender dinheiro na segurança não é um gasto mas um investimento." Na fase da construção, tal pode passar pela utilização de materiais mais resistentes ao fogo, capazes de suster a dispersão dos fumos e travar o avanço das chamas e ainda pela criação de mecanismos de evacuação de pessoas. Caso deflagre o fogo, sistemas de detecção e combate às chamas, como os extintores, tornam-se ferramentas essenciais. Quanto aos meios de combate, o vice-presidente do SNBPC considera que os bombeiros estão bem equipados para dar esta resposta.

 

Retrato
Prédios velhos, degradados e sem condições de protecção contra o fogo não são caso raro em Portugal. "Há muitos edifícios em situação preocupante nos centros urbanos mais antigos", alerta Leça Coelho, professor do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). Para inverter este cenário, afirma, falta muita coisa formação cívica, prevenção e sensibilização que "deve começar nas camadas mais jovens, nas escolas". Mas também conhecimento científico, acrescenta o especialista, pois "nesta área ainda não há saberes muito consolidados pois trata-se de uma matéria que está dispersa por vários cursos".

Para colmatar esta lacuna, o LNEC e a Universidade de Coimbra lançaram uma pós-graduação e um mestrado nesta área.

 

 

 

 

 












Incêndios urbanos

 

ACTUAR NA PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS DOMÉSTICOS

 

Rede eléctrica

A maioria dos incêndios dentro de casa acontece devido a problemas com a rede eléctrica, rede de gás ou fontes de calor e, na maioria, na cozinha. Para os evitar, não faça reparações improvisadas, nem faça substituições em mau estado. Evite a sobrecarga, não ligando muitos aparelhos na mesma tomada. Se o fogo deflagrar e tiver como origem algo eléctrico, nunca o tente apagar com água, pois pode haver um curto-circuito.

 

Rede de gás

Periodicamente, faça a revisão das tubagens de gás. Se detectar um cheiro a gás, não faça qualquer chama, não ligue interruptores ou aparelhos eléctricos, feche as válvulas de segurança do contador e de corte do redutor. Abra as janelas e chame um técnico qualificado.

 

Fontes de calor

Mantenha sempre os aquecedores afastados dos móveis e nunca seque a roupa em cima deles. Afaste os produtos inflamáveis de uma fonte de calor e guarde os líquidos também inflamáveis em recipientes fechados e coloque-os em locais ventilados. Se tiver lareira, proteja-a para que não se torne um foco de incêndio.

 

No resto da casa

Nunca saia de casa com o fogão ou o esquentador ligado. Mude periodicamente o filtro do exaustor. Adquira um extintor e aprenda a manuseá-lo. Se for de férias, feche as torneiras de segurança do gás e o contador da electricidade. Nunca obstrua as saídas de emergência de casa. Defina com a família um plano de emergência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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